quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Reflexões

                



                                    A Sabedoria



Seminarista José Mateus Sassilot Ramos
  Sabedoria pode ser definida de diferentes maneiras. O que pensamos, a saber, o que acreditamos dessa palavra?

  No livro da sabedoria 7,22-8,1 nessa passagem ele vai falar varias coisas sobre a sabedoria dando a ela muitas palavras como, por exemplo: um espírito inteligente, santo, único, múltiplo, sutil entre tantas outras palavras. No fim dessa passagem ele fala “Ela estende com vigor de um extremo ao outro do mundo e governa o universo com bondade”.

  Podemos dizer que a sabedoria é uma coisa móvel, pois está sempre ao nosso lado em todas as coisas, é por sua pureza, que ela atravessa e penetra tudo. Deus é a própria sabedoria, a maior e a melhor que pode existir.

  Temos a sabedoria para fazer as coisas boas e também a sabedoria para fazer coisas ruins. Vamos usar a sabedoria que Deus nos deu para praticar coisas boas como, por exemplo: a caridade, essa sim é, realmente a sabedoria que habita dentro de uma pessoa. Não aquela que faz um homem matar o outro isso não é sabedoria.

  Por fim, podemos notar que a sabedoria é para ser usada para o bem e não para o mal, que ela seja mais forte que o sol que brilha apenas 12 horas, mas que ela brilhe 24 horas por dia em nossa vida, assim nós realmente vamos ser uma pessoa um pouco mais sábia.




Sabedoria que dá vida!

Seminarista Alex Augusto

Deus é a sabedoria! O homem que a procura consequentemente procura a Deus. É o que nos relata o livro da sabedoria (cf. 1,12-3,10). Que adverte a humanidade a buscar sempre a sabedoria que vem de Deus, para que a terra seja governada com justiça, pois aquele que se afasta da sabedoria, desliga – se, também, de Deus. 

E o que faz o Homem se distanciar da sabedoria?

A Santidade é vida, e quem opta pelo pecado escolhe a morte, porque o maligno distancia o coração do homem da presença de Deus. Desse modo, o maligno leva o homem à corrupção, ambição e ao orgulho. Distanciando - o do que realmente é bom. Sendo que Deus é o sumo bem, logo, é a pura sabedoria.
O Sábio que segue o caminho de Deus e cumpre o seus mandamentos, uma vez que escolhe pela vida. Além disso, nesse caminho está a verdadeira felicidade e a plena comunhão Divina. O livro sapiencial lembra que essa vida terrestre é uma passagem. Por isso é intensamente saudável guardar aquilo que é eterno e justo, ou seja, o temor a Deus, a prudência, e tantas outras virtudes.
Em suma, no fim desta “jornada terrestre” o justo voltará para o lugar que é, de fato, belo e perfeito. Diferentemente dos que não seguiram os preceitos de Deus, que desviaram seu olhar da retidão. Esses, por sua vez, serão amaldiçoados no inferno, no qual é a completa ausência de Deus.




Em busca de Deus ao encontro da felicidade

O Homem busca a felicidade. Mas aonde encontra – La? Bens materiais, riquezas, sexo, poderes, bebida, droga? Ao analisar todas essas coisas veja que são passageiras e limitadas, ou seja. Se julgarmos encontrar nelas a felicidade, este se acabará igualmente.
Onde se encontra a felicidade que não se desfaz e é eterna?
Aurélio Agostinho, Santo Agostinho, era um estudante que tinha uma vida desregrada, passou pelo maniqueísmo¹ não aceitou as doutrinas lá impostas foi para a academia de céticos onde teve grande influência platônica entre os acadêmicos, saiu após se converter para o cristianismo através das histórias de vida de Santo Antônio do Deserto, de Santo Atanásio de Alexandria, e as pregações de Santo Ambrósio, com isso começa a busca da verdadeira felicidade.
O maior problema para Santo Agostinho era saber, onde estava Deus, pois ele sabia que encontrando Deus encontraria a também felicidade. Numa incessante busca cheia de erros e acertos, ele encontra Deus em seu interior e declara esse achado em sua obra “Confissões” no livro X no capitulo 27 que diz:

“Tarde vos amei, ó Beleza tão antiga e tão nova,
tarde vos amei! Eis que habitáveis dentro de mim,
eu lá fora a procurar-vos.
Disforme, lançava-me sobre estas formosuras que criastes.
Estáveis comigo, e eu não estava convosco!
Retinha-me longe de vós aquilo que não existiria,
se não existisse em vós.
Porém, me chamastes, com uma voz tão forte
que rompestes a minha surdez.
Brilhastes, cintilastes e logo afugentastes a minha cegueira!
Exalastes perfume: respirei-o suspirando por vós.
Eu vos saboreei, e agora tenho fome e sede de vós.
Vós me tocastes e ardi no desejo da vossa paz”.
           
Com isso ele descreve que o criador não é a criação, descartando com essa afirmação o panteísmo¹, de achar que Deus é a criação, e entende que as criações são como a “assinatura de Deus”, que as contemplando nos remete a beleza a grandiosidade e o poder de Deus. E Deus também não está nos prazeres passageiros e mundanos da vida, chamado por Stº Agostinho de “Amores impuros” (CONFISSÕES – STº AGOSTINHO Lv. III Cap.1). Mas sim dentro do mais íntimo do seu ser.

Mas porque o homem se perde tanto ao buscar a felicidade?
Deus é o único ser absoluto e o ser participado. Contudo todos os outros são relativos. A alma é eterna, com isso já existíamos no pensamento de Deus. Quando nascemos somos “separados” dessa comunhão direta e o espaço é aberto dentro do homem assim causando a compulsão e a vontade de ser o que era antes desde toda a eternidade e quando morremos, voltamos a esse estado de comunhão com Deus, por isso não sabemos se existimos quando nascemos ou passamos a existir quando morremos. Deus, cuja essência é o amor, e o homem criado a imagem e semelhança de Deus também contém essa essência, então é inato no homem amar, mais o problema é que com a resistência diante do bem (pecado) deturpa a visão do homem lhe mostrando paixões corriqueiras e o afastando do que realmente é o Bem o que realmente é a felicidade.
Com isso aumenta - se o desejo de possuir algo para ocupar o vazio existente dentro de si. Surgindo aí a ambição e o amor egoísta onde toma a pessoa como seu objeto e propriedade, sendo que no fundo a sua alma busca algo muito além da matéria, pois a “alma sendo uma centelha da luz divina” (Stº Agostinho) ela sente sede de Deus.
Para ser feliz, o ser humano busca a perfeição, mas busca a perfeição como uma meta um objetivo a ser alcançado tendo a felicidade apenas quando chegar ao termino dessa caminhada. Sendo que a perfeição já tem a sua plenitude perante o percurso do objetivo.
Enfim, a felicidade é livre. E quem nos dá essa liberdade é Deus, pois o pecado serve como uma prisão, onde fazemos as vontades da nossa concupiscência sendo o que a alma almeja é o Bem!
Deus nos criou para ele, e uma fez que fomos feitos para Ele, à vontade dele se junta a nossa, pois a nossa essência é Deus, quando contrariamos a vontade de Deus contrariamos a nossa própria vontade que resulta no impedimento da felicidade em nossa vida. Por isso que no livro 1 do primeiro capitulo  Santo Agostinho vai dizer “...porque nos criastes para Vós e o nosso coração vive inquieto, enquanto não repousa em Vós...”( CONFISSÕES – SANTO AGOSTINHO Liv I Cap I ).


Seminarista Alex Augusto M. Souza





Liberdade alcançada pela Cruz


A humanidade busca incessantemente a liberdade. Nesse caminho de procura, acaba se perdendo, pois cai nas ilusões dos prazeres e se torna ainda mais escrava desses desejos. A liberdade está muito longe daquilo que os homens pensam ou desejam verdadeiramente.
 Cristo nos libertou através da cruz e nos deu, então, a verdadeira libertação (cf. Gl 5, 1-25). Existem vários caminhos a percorrer durante a vida. No entanto, é necessário ter o discernimento para o qual caminho seguir. Por essa razão, São Paulo na carta dirigida á comunidade de Gálatas, vem dizer que a liberdade é totalmente diferente de libertinagem. Só é realmente livre aquele que segue os preceitos de Deus. É claro que ao dizer “seguir a vontade de Deus” soa como obediência, assim tirando a liberdade de escolha. O homem, sendo criação Divina, e tudo o que Deus criou é bom (cf. Gn 1), conclui-se que, a alma humana tem como essência o bem, pois Deus é o sumo bem. Logo, a vontade de Deus se torna a vontade do homem.
Mas essa vontade é desviada pelas seduções do mundo. Até que o indivíduo consiga encontrar essa liberdade que existe dentro do próprio ser, ele passa por caminhos sedutores que o afastam daquilo que é livre. Essas seduções chamam se pecados. Esse caos quem prende o homem e o torna escravo. aquele que vive a santidade vive intensamente a liberdade, pois usufrui da essência de sua alma que é o puro amor de Deus.
A liberdade só é alcançada quando o homem encontra Deus dentro de si, e ouve dentro de seu mais profundo ser a vontade Divina. “De acordo com Gálatas, o instinto tem desejos contrários aos do Espírito, e o Espírito tem desejos contrários aos do instinto; e tão opostos são que não fazeis o que quereis” (Gl 5, 17).
Ao alimentar a alma será mais difícil cair na liberdade dos prazeres mundanos, no egoísmo, na fornicação, na indecência, nas inimizades, coisas estas, que levam o homem a uma liberdade ilusória. É indispensável alimentar o Espírito para que assim possa viver a plenitude da libertação adquirida através da Cruz de Cristo.


Seminarista Alex Augusto M. Souza         

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Eventos


Ordenação Presbiteral 


Participe !!!




Seminário estará realizando um festival de sonhos no dia 22 de setembro no salão de festas da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na vila Antárctica em Botucatu-SP.  



Adquira já o seu !!!




I SIMPÓSIO DE FILOSOFIA DO PROPEDÊUTICO DO SEMINÁRIO ARQUIDIOCESANO SÃO JOSÉ DE BOTUCATU – SP.
SANTO AGOSTINHO: ÉTICA E CONHECIMENTO DE DEUS.

Período: 12, 13 E 14 de Novembro de 2012.
Local: Anfiteatro do Colégio Santa Marcelina.
Horário: 19h30 às 22h00.

  1. OBJETIVOS: Aprofundar o estudo de Santo Agostinho sobre as questões que tanto angustiou o coração inquieto do Bispo de Hipona: Ética e Conhecimento de Deus; como também propiciar aos estudantes do Propedêutico do Seminário Arquidiocesano São José de Botucatu a participação ativa da elaboração de um evento acadêmico na modalidade de um simpósio.

  1. JUSTIFICATIVAS:
2.1.TEMA: De Trinitate, obra madura do pensamento agostiniano, apresenta a busca inquietante do conhecimento de Deus que se apresenta Uno e Trino. Não se trata simplesmente de uma obra Teológica, nela encontra-se o pensamento teológico e filosófico de Santo Agostinho.
Para o Bispo de Hipona o conhecimento de Deus é inseparável do amor. Não há conhecimento de Deus separado do amor a Deus. Só se conhece a Deus pelo amor. As especulações humanas sobre o divino tão somente vislumbra Deus, somente o amor permite o acesso verdadeiro a Deus. A essência de Deus, tal como sustenta São João em sua primeira Carta é o Amor: “Deus é Amor” (1Jo, 4, 16). Santo Agostinho, em sua leitura da Carta de João assevera que: se a essência ou natureza divina é o Amor e, posto Deus nos criar à sua imagem, a essência humana também é amor. Com efeito, o nosso ser mais íntimo é amor. No amor, e somente nele, manifestamos o nosso ser mais profundo, ou seja, no amor vivemos a nossa humanidade.
O sujeito ético é assim denominado se ele se encontrar em plena posse de si mesmo. Se for sui júri. Somente na liberdade o ser humano é senhor de si. No amor, uma vez que constitui o seu ser mais íntimo, o ser humano encontra liberdade.
Em Santo Agostinho, o amor mostra-se indispensável tanto no conhecimento de Deus quanto na liberdade. Assim, julga-se oportuno tratar do conhecimento de Deus e da ética ao abordar o pensamento agostiniano como estudo do I Simpósio de Filosofia do Propedêutico do seminário Arquidiocesano de Botucatu – SP.

2.2.MODALIDADE: Opta-se pela modalidade Simpósio por se tratar de uma prática corrente no ambiente universitário. Por se tratar de um curso propedêutico, ou seja, introdução aos estudos mais avançados julga-se de suma importância a participação ativa dos estudantes na realização de um evento como este. Em suma, busca-se proporcionar aos estudantes uma oficina de “montagem” de um Simpósio de Filosofia.


  
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Seminaristas 2012

O Seminário é composto de 5 seminaristas, sendo 2 do curso propedêuticos e 3 cursando o colegial.


Nós em frente á entrada principal do Seminário
Da esquerda para direita Seminaristas: Alex, Richard, Tiago Vicente, Tiago Francisco e Mateus


Área de lazer do Seminário


Histórico


Cem Anos de História !

Uma das primeiras preocupações de Dom Lúcio, ao assumir a Diocese, foi a construção do Seminário Diocesano. No dia 26 de julho de 1909, o Bispo lança a pedra fundamental do novo seminário, no prédio  em que, atualmente, se acha instalado o colégio “La Salle” . Decorridos dois anos, no dia 25 de março de 1911, foi solenemente inaugurado o recém-construído  prédio do Seminário Diocesano de Botucatu.

O primeiro Reitor foi  Mons. Paschoal Ferrari, principal responsável pela elevação de Botucatu à sede episcopal. Em visita a Roma, é recebido pelo Papa Pio X, no dia 2 de junho de 1913.  O Santo Padre recebe-o em seu escritório de trabalho. Emocionado, o sacerdote se põe de joelhos e, chorando, suplica-lhe que interceda por ele junto ao superior geral dos Lazaristas, para enviar-lhe padres a fim de dirigir o Seminário de Botucatu. “... o velho pontífice, todo mansidão e bondade, levanta o ilustre Bispo de tão longes terras, fá-lo sentar-se e escreve a carta ao superior geral dos Lazaristas...” “imaginem a surpresa que não terá causado ao superior quando fez a leitura de tal pedido;  para ele, uma ordem”! Foi designado para reitor do Seminário o P. Izidoro Monteiro, moralista insigne, ex- reitor dos seminários de Rio Comprido, no Rio de Janeiro e de Santa Maria, na Bahia.


Em 1915, inicia-se a construção do Palácio Episcopal, inaugurado em 13 de julho de 1917. Em parte desse prédio, hoje alugado, acha-se instalada a Secretaria Municipal de Educação. A Cúria Metropolitana, entretanto, ocupa salas destinadas a vários movimentos religiosos.  A belíssima Capela da Santíssima Trindade, toda restaurada, também está sob os cuidados do Arcebispado. O Seminário Arquidiocesano “São José”, berço histórico na formação de inúmeros sacerdotes, Bispos e Arcebispos, continua seu trabalho formador de seminaristas por meio do Curso Propedêutico, preparatório para o Seminário Provincial “Sagrado Coração de Jesus”, em Marília. Atualmente, acha-se instalado na antiga Casa Arquiepiscopal. Mercê de Deus, da Virgem Maria e de São José, completa cem anos de profícua existência. 


Palavra do Nosso Arcebispo 

Seminário Arquidiocesano São José de Botucatu
     O Seminário é o coração do Corpo Místico de uma Igreja Particular porque a Eucaristia está intima e inseparavelmente unida ao Ministério Ordenado.
Na comunidade do Seminário a vocação de cada jovem é verificada e discernida à luz do Sagrado Coração de Jesus. Na comunidade do Seminário o coração de cada vocacionado é educado e moldado para amar como o coração de Jesus Cristo – Bom Pastor: “Ninguém tira a minha vida; eu a dou livremente” (Jo. 10,18), por amor.
Trata-se, portanto, de um longo e árduo discipulado, um processo gradual e permanente de configuração a Cristo – Cabeça da Igreja –até o momento da consagração total e perpétua por meio do sacramento da Ordem.
       Muitos e de várias formas participam ativamente deste processo: a família do jovem vocacionado; o padre e as lideranças de sua paróquia de origem e das paróquias onde faz estágio pastoral; o bispo e o presbitério como um todo; os professores e padres formadores.
        Este coração da Arquidiocese vem pulsando, ora mais forte ora mais fraco, há cem anos, desde Dom Lúcio Antunes de Souza, que com grande sacrifício e a participação de muitos fiéis, o constituiu sob o patrocínio de São José aos 25 de março de 1911, tendo como primeiro Reitor o grande Mons. Paschoal Ferrari.
       É incontável o número de jovens que, ao longo destes cem anos, passaram por nosso Seminário. Nem todos chegaram ao sacerdócio, porque o Seminário é justamente, antes de tudo, lugar de verificação dos sinais vocacionais. Todos, porém, foram muito amados, receberam educação cristã e boa formação acadêmica para que pudessem se realizar enquanto pessoas e participar da vida e da missão da Igreja, como fiéis leigos. Do grande número dos que foram ordenados sacerdotes, nove foram eleitos bispos, sucessores dos apóstolos, para o bem de toda a Igreja.
       Incontável também é o número de benfeitores, funcionários, professores e padres formadores que participaram da rica e fecunda história do Seminário São José.
       Cabe-nos cultivar um espírito de profunda gratidão para com Deus e para com todos que Dele se fizeram instrumento nesta obra essencial à vida e missão da Igreja.
        Agora o “coração” da Arquidiocese encontra-se em nossas mãos e sob nossos cuidados.
       Que com a graça de Deus Pai, Filho e Espírito Santo; com bênção de Maria Santíssima e a proteção de São José, este sagrado “coração”,  batendo sereno e firme, possa continuar  sustentando o corpo místico da Arquidiocese de Botucatu.


Dom Maurício Grotto de Camargo
Arcebispo Metropolitano



Palavra do Nosso Reitor 



Reunidos na Conferência Geral do Episcopado  Latino- Americano e do Caribe, de 13 a 31 de Maio de 2007, em Aparecida/ SP, os Bispos presentes assim se expressaram:
   “Sem dúvida,os seminários e as casas de formação constituem espaço privilegiado- escola e casa- para a formação dos discípulos e missionários de Jesus Cristo” (doc. Aparecida nº 316).
   Nosso Senhor Jesus Cristo chamou os 12 apóstolos para segui-lo, para ficar com Ele, para serem enfim os continuadores da sua Missão  e para tanto os preparou durante os anos em que anunciou o Evangelho e este período, podemos assim denominar, foi o tempo de Seminário desses homens.
   O Seminário é a Casa onde residem e estudam os jovens vocacionados ao Sacerdócio; Lugar onde unidos a Cristo pela Oração e pela Eucaristia eles são preparados para a missão buscando o amadurecimento e crescimento em todas as dimensões: Humana, Afetiva, Intelectual, Comunitária,Espiritual e Pastoral.
   Tudo isto se busca com a colaboração de Padres e Leigos e de tantos que se colocam à disposição para colaborar, cada qual com seu dom, para a formação dos futuros Presbíteros.
   Por este Seminário São José de Botucatu, com seus 100 anos de história, passaram mais de 1000 jovens e nesta caminhada muitos frutos foram colhidos pois muitos jovens se tornaram Arcebispos, Bispos, Sacerdote e inúmeros bons leigos engajados, frutos das sementes lançadas nesses anos de formação.
  Que o Senhor continue abençoando esta Casa e todos os seus membros (seminaristas, funcionários, professores e demais formadores) para que este Seminário de Botucatu muitos bons frutos possam continuar sendo colhidos pela igreja e pela Sociedade.
                                                    
  Cônego Joinville Antonio de Arruda
   Reitor do Seminário